quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

ISIS - o nome da Rosa na Trindade Solar


REPRODUZO O TEXTO MUITO INTERESSANTE DA MINHA AMIGA LAURA BOTELHO. SE ESSE TIPO DE INFORMAÇÃO TE INCOMODA, NÃO LEIA. ALIÁS INFORMAÇÃO NÃO SE JULGA, SE ESTUDA!


"O homem é naturalmente um animal religioso"
Thomas Taylor
Desde o primeiro alvorecer de sua consciência, o homem tem adorado e venerado símbolos do invisível. Coisas onipresentes indescritíveis sobre os quais ele não pode descobrir praticamente nada devido a dificuldade e manejo da informação recebida. Portanto, quem tinha o conhecimento, tinha também o poder sobre os demais.
Os Mistérios Antigos e Sociedades Secretas influenciaram o Simbolismo maçônico Moderno.
René Descartes está à frente da escola francesa de filosofia e compartilha com Sir Francis Bacon a honra de fundar os sistemas da ciência moderna e filosófica.  Ambos seres de extremo conhecimento - sobre o script que mantém o homem preso a este ciclo - encaminharam de forma simbólica - toda a informação necessária a sua libertação até onde ela pudesse ser alcançada pelos iniciados  - como você.
Cena do filme "Cidade dos Anjos" - adorando o SOL

No âmbito da filosofia, levaram o SER a confrontar um problema envolvendo o uso das faculdades de raciocínio. Os indivíduos de intelecto forte procuram chegar a uma solução através da obtenção de fatos de influência sobre a questão.  Pesquisam, exploram exaustivamente vários ângulos e pontos de vista ao invés de se fixarem irredutíveis em sua crença limitante.
Aqueles de mentalidade imatura, de pouco ou nenhum conhecimento, por outro lado, quando confrontados da mesma forma, se sentem sobrecarregados, confusos e desnorteados. Um sintoma clássico que abastece as redes públicas de saúde no planeta inteiro nesse momento.
Enquanto o primeiro grupo pode estar qualificado para resolver o enigma da sua própria existência, este último grupo deve ser conduzido como um rebanho de ovelhas e ensinados em linguagem simples, ordinárias, comandos a serem seguidos, pois estes dependem quase que inteiramente da orientação e ministrações de um “pastor” que irá conduzi-los ao comando de seu próprio interesse ou de “organizações” controladoras de seres humanos.
As doutrinas filosóficas religiosas dos pagãos foram divididas para atender as necessidades desses dois grupos fundamentais do intelecto humano - uma filosófica, a outra, incapaz de apreciar e diagnosticar os mistérios mais profundos de sua experiência. 
Ensinamentos esotéricos ou espirituais foram ganhando terreno com base na informação gerada pela WEB – teia global - mas muitos receberam apenas o literal, o banal ou a experiência exotérica das interpretações. 
Os povos druidas eram iniciados de uma escola que existia em seu meio.  Seus ensinamentos secretos nunca eram transcritos, anotados, mas e tão somente, comunicados por via oral aos candidatos especialmente preparados. Isto porque sabiam que palavras são símbolos que traduzem experiências. Cada um a interpreta a palavra a seu bel prazer e necessidade, o que leva uma geração de enganos tornando a palavra uma ferramenta perigosa de manipulação em massa.
A união da Palavra (símbolo) e da Mente (energia)
produz esse mistério que é chamado Vida.
Uma informação vivenciada tem um significado diferente do que a escrita, registrada. Haja vista que a história é sempre contada por quem VENCE a batalha, nunca temos a versão de quem a perdeu...
Como quase todas as Escolas de Mistérios, os ensinamentos dos druidas foram divididos em duas seções distintas. Um código moral deve ser simples e ensinado a todas as pessoas, enquanto a profunda doutrina esotérica seria dada apenas a sacerdotes iniciados

Para ser admitido à ordem, o candidato era obrigado a ser de boa família e de elevado caráter moral. Segredos sem nenhuma importância eram confiados a eles até que ele fosse “tentado” de várias maneiras e sua força de caráter severamente provada para receber o mais sagrado. O que implicava em 3 tipos de conhecimentos: conhecimento da natureza de cada coisa, de sua causa, e sua influência.

Os druidas ensinavam que todos os homens seriam salvos de sua ignorância, mas que para isso muitos deveriam retornar em tempos a terra para aprender as lições da vida humana e para superar à sua própria natureza.

Os druidas tinham um grande número de dias de rituais festivos. Em lua nova e cheia e no sexto dia da lua, eram períodos sagrados. Acredita-se que as iniciações ocorriam apenas nos dois solstícios e nos dois equinócios. Na madrugada do dia 25 de dezembro, no equinócio do inverno nascia majestoso o Deus Sol junto a uma nova consciência cíclica. Os druidas ensinavam o povo da Grã-Bretanha e na Gália sobre a imortalidade da alma. Mas acreditavam também na transmigração e na reencarnação. 

O antigo símbolo dos Mistérios Órficos era a serpente-entrelaçada no ovo. No momento da iniciação a casca era quebrada e o homem sai do estado embrionário da existência física em que ele havia permanecido durante o período fetal de regeneração filosófica.
O caminho para a imortalidade é difícil,
e apenas alguns a encontrarão
SIMBOLISMO DO ROSA
Um símbolo assume uma vida intelectual própria ao longo do tempo, a conexão entre os significados simbólicos e a essência da coisa em si pode desaparecer da consciência. Mas símbolos poderosos são aqueles onde essa conexão ainda é brilhante. 
ISIS
Esta deidade egípcia sob muitos nomes aparece como o princípio da fecundidade natural entre quase todas as religiões do mundo antigo.  Ela era conhecida como a deusa com 10.000 denominações e foi metamorfoseada pelo cristianismo como a Virgem Maria.
O mito de Ishtar
O mito de Tammuz e Ishtar é um dos primeiros exemplos da alegoria deus morto, provavelmente antes de 4.000 aC. Simboliza a descida do espírito humano através dos 7 mundos, ou esferas dos planetas sagrados, até que, finalmente, privados de seus adornos espirituais, que encarna no corpo físico.
A TRINDADE SOLAR
O sol tornou-se símbolo da autoridade suprema e consigo o conceito da Trindade como ela é entendida ainda hoje por poucos pesquisadores. O princípio de uma Divindade Trina faz parte do dogma das maiores religiões que dominam o planeta em tempos antigos e modernos. 
BRAHMA para hindus, MITHRAS dos persas, Athom, Amun, Phtha, e Osíris, dos egípcios, BEL dos caldeus, o SENHOR dos fenícios, Adonis e Apollo dos gregos, Jesus dos Cristãos, são todos personificações do Sol, o Princípio da regeneração, a imagem da fecundidade que perpetua e rejuvenesce a existência desses vários mundos, bem como Baco, Dionísio, Sabazius, Hércules, Jasão, Odin, Ulisses, Zeus, Urano, Vulcan e uma infinidade de outros personagens representantes do astro rei - SOL.
Quando os alquimistas afirmaram que todas as coisas animadas e inanimadas no universo continham as sementes de “ouro”, eles queriam dizer que até mesmo os grãos de areia possuíam uma natureza espiritual, pois o “ouro” era o espírito de todas as coisas


Os persas, hindus, babilônios e egípcios tinham suas Trindades
Em todos os casos eles representavam a tríplice Inteligência Suprema.  Na Maçonaria moderna, a Divindade é simbolizada por um triângulo eqüilátero, seus três lados representando as manifestações primárias do Eterno.
A origem da Trindade pode ser observada pela sua manifestação diária do astro Rei. Este orbe gigantesco que nos aquece e nos da Luz, tem 3 fases distintas: nasce (no horizonte), cresce (meio dia), morre (se põe no horizonte). 
A Ciência também observou essa relação trina distinta nos seres vivos: do crescimento – maturidade - decadência.  Entre o crepúsculo da aurora e o crepúsculo da noite está o meio-dia, o auge da glória resplandecente. 

Paradoxo
Luz é o símbolo da objetividade;
Escuridão da subjetividade
Para os egípcios o Sol era o símbolo da imortalidade.
Para cada noite ele morria, para surgir novamente ao fim da madrugada que se segue. Não só tem o sol esta atividade diurna, mas também tem a sua peregrinação anual, durante o qual ele passa, sucessivamente, através das 12 casas do céu celestial, permanecendo em cada uma 30 dias. 
O sol tornou-se assim um Touro em Touro.
E foi adorado como tal pelos egípcios sob o nome de Apis, e pelos assírios como Bel, Baal ou Bul ou em Leão, o sol tornou-se Hercules, um arqueiro em Sagitário, em Peixes foi um peixe. Dagon, ou Vishnu, o “deus-peixe” dos filisteus e hindus.
Godfrey Higgins, após 30 anos de investigação sobre a origem das crenças religiosas é de opinião que:
"Todos os deuses da antiguidade surgiram do fogo solar, às vezes como Deus, ou às vezes como um emblema desse princípio superior, conhecido pelo nome do Ser criativo ou de Deus."
Hercules é uma Divindade Solar.
Este poderoso caçador realizou seus doze trabalhos, assim que o sol atravessou as 12 casas da banda zodiacal durante sua peregrinação - doze trabalhos essenciais e benevolentes - para toda a raça humana e para a Natureza como um todo.

O Leão do sol.
O nascer do sol sobre o dorso do leão ou, astrologicamente, nas costas do leão, sempre foi considerado símbolo de poder e governo.  Um símbolo muito semelhante ao que acima aparece na bandeira da Pérsia, cujo povo sempre foi adorador do sol. 
Reis e imperadores têm freqüentemente associado seu poder terrestre com o poder celestes do astro solar, e aceitaram o sol, ou um de seus animais simbólicos como pássaros, como seu emblema. 
            
O globo com asas do Egito.

Este símbolo, que aparece sobre o Pylons ou portões de muitos palácios e templos egípcios, é emblemático das 3 pessoas da Trindade Egípcia. As asas, as serpentes, e do orbe solar são as insígnias de Amon, Ra e Osíris.
Os egípcios comparam a humanidade a um rebanho de ovelhas
A origem do “bom pastor” no simbolismo religioso pode ser rastreada até os rituais egípcios. Observe que antigos profetas, filósofos e dignitários carregavam um cetro, a extremidade superior dá à luz uma representação do globo solares emanando raios. 
Maçonaria conta a história através de símbolos
Uma expressão da energia solar é Salomão, cujo nome SOL- OM - ON é o nome para a Luz Suprema em 3 línguas diferentes. Temos a história de Salomão e suas esposas e concubinasuma metáfora do Sol e seus planetas, luas, asteróides e outros corpos receptivos dentro de “sua casa” - a mansão solar. 
O sol bordado dourado na parte de trás das vestes do sacerdócio católico significa que o sacerdote é também um emissário e representante do Sol Invictus. "Invictus" Esse epíteto é o mesmo que os persas deram a esse mesmo deus, a quem eles adoravam pelo nome de Mitra, que nasceu numa gruta.
Sansão perdeu os cabelos na casa de Dalila (Virgem), onde “seus raios” foram cortados e ele perdeu sua força. A vinda do Sol era saudada com alegria (verão) e o tempo de sua partida era visto como um período a ser reservado para a tristeza e infelicidade (inverno rigoroso de uma era glacial). 
Os pagãos festejam 25 de dezembro no hemisfério Norte como o aniversário do Homem Solar.  Alegram-se, reunem-se em procissões e oferendas nos templos, pois a escuridão do inverno acabou e o filho glorioso de luz estava voltando. 
Leão I um dos Padres da Igreja católica, disse que;
"o que tornou o festival (de Natal) venerável era menos o nascimento de Jesus Cristo do que o retorno, e, como eles mesmos diziam, o novo nascimento do sol." 
Foi no mesmo dia em que o nascimento do Sol Invencível (Natalis solis invicti), foi celebrado em Roma, como pode ser visto nos calendários romanos, publicado no reinado de Constantino e de Julian (Hino ao Sol, p. 155).

Assim, o esoterismo do mundo pagão foi incorporado no cristianismo, embora a igreja cristã siga cegamente costumes antigos, evita ou nega explicações sobre a origem do mito. Um fato indiscutível para estudiosos no assunto é que cada religião é baseada em doutrinas secretas de seu antecessor. Ocultam a realidade sobre sacrifícios humanos e o preço em sangue a ser pago infinitamente a nossos idealizadores.
De acordo com os místicos, há três sóis em cada sistema solar, análogo ao dos três centros da vida em cada constituição individual. 
Estes são chamados de 3 luzes: o sol espiritual, o sol intelectual e o sol material.
Os sacerdotes pagãos consideraram o sistema solar como um Grande Homem, e chamou a sua analogia destes 3 centros de atividade dos 3 principais centros da vida no corpo humano: o cérebro, o coração e o sistema generativo. 
O grande Paracelso (um rosacruz) escreveu:
 "um sol na terra, que é a causa de todo o calor, e todos os que são capazes de ver podem ver o sol, e aqueles que são cegos e não podem vê-lo podem sentir o seu calor. Há um Sol Eterno, que é a fonte de toda sabedoria, e aqueles cujos sentidos espirituais têm despertado para a vida verão que o sol e ser consciente de sua existência, mas aqueles que não atingiram a consciência espiritual ainda, podem sentir o Seu poder por uma interna faculdade que é chamada de intuição. "
Estudiosos Rosacruz têm dado características especiais a estas 3 fases do sol: o sol espiritual eles chamam de Vulcan, o sol intelectual; de Cristo e Lúcifer, respectivamente; e o sol material, o Demiurgo judeu Jeová
Lúcifer (luz fraca da manhã) representa aqui a mente intelectual sem a iluminação da mente espiritual, portanto, é a falsa luz redimida pela luz verdadeira da alma, o chamado Segundo Logos ou Cristo "a luz falsa.". 
A ideia da alquimia não era fazer algo do nada, mas sim fertilizar e nutrir a semente que já estava presente, dando sustento para que cresça forte e sadia, nutrindo-a com a melhor informação possível. 
O ouro é o metal representando do sol e tem sido considerado por muitos, como a luz solar cristalizada.  Quando o ouro é mencionado em vias alquímicas, pode ser comparado a esfera celestial que é a fonte, ou espírito de ouro. 
Como o ouro era o símbolo do espírito e os metais básicos representando a natureza inferior do homem, certos alquimistas eram chamados de "mineiros" e foram retratados com picaretas e pás cavando a terra em busca do metal precioso - os traços mais finos de caráter – que se encontravam enterrados na materialidade da ignorância. 
Em os “Símbolos Secretos dos Rosacruzes”, Franz Hartmann define o sol alquimicamente como:
"O símbolo da Sabedoria, O Centro de Poder ou coração das coisas. O Sol é um centro de energia e um depósito de poder. Cada ser vivo contém em si um centro de vida, que pode crescer para ser um “dom”.
Desde o começo do mundo,
Regeneração realmente significa o desdobramento da Divindade onipresente no homem brilhando como um sol e iluminando todos aqueles com quem entra em contato. Para o ignorante o corpo é supremo, e são incapazes de perceber a imortalidade que existe dentro deles. 
Por que muitos são obcecados por rosas? 
Em suma, as rosas estão trabalhando para nós em mais do que apenas os níveis visuais e olfativos. 
As Rosas estão nos colocando em contato com o nosso passado coletivo e com o Divino. Eles podem fazer isso porque a rosa tornou-se, ao longo dos séculos, um símbolo poderoso. Há algo profundamente enraizado na nossa psique e este símbolo assume uma vida intelectual própria ao longo do tempo, uma conexão entre os significados simbólicos e a essência da coisa em si que pode permanecer ausente na consciência até que ela seja resgatada em questão de segundos.
A Rosa, imagem da nossa mãe Isis – um dragão de sangue real que nos deu “vida” – e nos aprisionou nesse casulo orgânico, é um símbolo poderoso. Símbolos poderosos são aqueles onde permanecem a conexão entre emoção ancorada e a experiência sentida. E a Rosa é uma delas. A Virgem Maria é chamada de Rosa Mística em textos medievais.
Símbolos transmitem mensagens e são poderosos e eficazes. 

Na iconografia cristã, a rosa está associada com Renascimento. Em um famoso discurso proferido 10 de maio de 1785, o conde de Cagliostro, fundador da Maçonaria Egípcia, declarou que a Rosa-Cruz é o símbolo antigo e verdadeiro dos Mistérios.
 A flor se abre ao longo dos dias seguintes, seca e morre. O pico de sua beleza é de curta duração. No final de seu ciclo de vida, a rosa revela seu coração. Eventualmente, ele se decompõe em pó.
As rosas têm estado presente em torno de um longo tempo e o registro fóssil mais antigo dessa planta foi identificada entre 35 e 32 milhões de anos atrás. Confúcio afirmou que durante a sua vida (ele morreu em 479 aC), o imperador da China já tinha em sua biblioteca de 600 livros sobre estudos, temas de cultivo de rosas. Rosas tinham apenas cinco pétalas, e a lenda diz que a cor original é sempre branca. O que vemos hoje é uma versão moderna da Rosa original.
Interpretações artísticas da rosa na heráldica, bandeiras de batalha, e escudos mostram, por ambas as famílias, as versões praticamente idênticas da Rosa de 5 pétalas bem abertas. 
A Ordem Rosacruz através de seus precursores iluminados pelo mundo ocidental, deixou informações através do tempo em obras literárias, campos políticos, religiosos e científicos. Mas só é compreensível a poucos estudiosos no assunto.
Rei Davi reinou por 33 anos em Jerusalém, a Ordem Maçônica é dividida em 33 graus simbólicos, há 33 segmentos da coluna vertebral humana, e Jesus foi crucificado aos 33 anos de sua vida.
Símbolos, símbolos, símbolos...
"...o riso mata o temor. Sem o temor não pode haver fé, pois sem temer o demônio, não há necessidade de deus"
(fragmento do filme – o Nome da Rosa)
laura botelho

Assista antes que tirem do ar. 
Um dos filmes mais sensacionais que já assisti. Deixa claro como as "coisas" funcionam. Como os seres humanos são presas fáceis de sua ignorância.



Já encheu o saco falar sobre esse tema, mas como muita gente tá "despertando" mais, e agora, achei propício repetir o texto. Espero que tudo isso que exponho aqui abra seu campo de entendimento. Daqui por diante, permanecer na ignorância é pura questão de escolha. 

Parte integrante do documentário Zeitgeist (2007)




sábado, 13 de setembro de 2014

Ditadura social científica e psicológica. Pra sair da "CAIXA"...!!!




Não é novidade que vivemos uma DITADURA SOCIAL CIENTÍFICA E PSICOLÓGICA.



Aldous Huxley explica: Os antigos ditadores caíram porque eles nunca poderiam suprir seus subalternos com bastante pão, circo e suficiente milagres e mistérios. Sob uma ditadura científica, a educação vai realmente trabalhar para um resultado onde a maioria dos homens e mulheres vão crescer amando a sua servidão e jamais o sonho da revolução. Não parece haver nenhuma boa razão para uma ditadura completamente científica deve sempre ser derrubada.

A palavra Democracia vem da palavra "DEMOS", que significa "multidão", mas em sua raiz Árabe seu significado é Demônio. Daimon em grego significa "divindade", "espírito" e também conhecimento ou inteligencia. Ou seja, um "Gênio".

A palavra Aristocracia ou "Aristocracy" ou: (Aryan-stock-racy/race) ou Estoque de Raça Ariana. É por isso que na definição em grego descreve que significa literalmente "poder dos melhores". É uma forma de governo na qual o poder político é dominado por um grupo elitista.

A palavra Republica ou Republic tem sua raiz na palavra Reptile ou Rephaim. Lembrando que o "cérebro reptiliano" é territorialista, a palavra vai de encontro com o significado comum de "forma de governo".

"A propaganda política busca imbuir o povo, como um todo, com uma doutrina... A propaganda para o público em geral funciona a partir do ponto de vista de uma idéia, e o prepara para quando da vitória daquela opinião". Adolf Hitler escreveu tais palavras em 1926, em seu livro Mein Kampf , no qual defendia o uso de propaganda política para disseminar seu ideal de Nacional Socialismo que compreendia o racismo, o anti-semitismo e o anti bolchevismo.

Pois é, mais uma vez teremos eleições no Brasil. Eles dizem que é a "festa da DEMOcracia". No Brasil o voto não facultativo. Por isso é a festa da democracia (rs). Entenda que a PROPAGANDA CRIA CONSENSO! Desde que nascemos somos programados a acreditar em uma porção de coisas através do "processo de educação". Uma coisa diferente ali, outra lá, mas no geral, somos bombardeados pelo mesmo meio informativo. Nosso cérebro funciona como um computador. Registra e armazena o máximo de informação possível. Toda essa informação registrada nos proporciona o que cremos. Nos dá o que conhecemos como "realidade". Seria então o mesmo que afirmar que a "realidade" é definida por uma interpretação de nossos cérebros.


Um estudo publicado em Janeiro de 2012 pela Universidade de Leeds no Reino Unido provou que 95% das pessoas possuem comportamento e mentalidade de "rebanho" (Sheeple=ovelhas). Ou seja, tendemos a tomar decisões pelo consenso da maioria, e o pior, sem questionar.

Política e Religião são ótimas ferramentas de controle de massas. Ambos usam praticamente os mesmos mecanismos de programação mental. É tudo parte de uma estratégia para levar você a acreditar no que eles querem que você acredite. Técnicas básicas de hipnose que nos mantém num estado emocional propício para a sugestão "positiva". Assim fica fácil manipular multidões. Aliás, isso tem ocorrido durante toda nossa história.

"No século IV, o Imperador Romano Constantino uniu todas as facções religiosas sob uma divindade composta, e ordenou a compilação de novos e antigos escritos em uma coleção uniforme que se tornou o Novo Testamento". - Tony Bushby. (The Bible fraud).

Não é questão de ateísmo não dar créditos a história do cristianismo e de todas as religiões no mundo. Não tenho a menor intenção de criar um duelo entre "crentes e ateus", até porque eu não me coloco em nenhum dos lados. Aprendi que polarizar é pura estupidez. Sei que muitas pessoas tem boas intenções, mas a grande maioria não percebe o "golpe. "O "xis" da questão é encontrar as respostas, e muitas vezes, estas não estão "prontas" como nos chegam nos conceitos religiosos. É preciso espirito de pesquisa, curiosidade, interesse e mente aberta para olhar as informações sem pré-julgamentos. Eu sei que romper com uma crença "dói", mas ficar nesse estado de "letargia mental" é doentio e muito perigoso.

A palavra "salvação", tem sua origem no grego "soteria", transmitindo a ideia de cura, redenção, remédio e resgate. No latim salvare, e também de "salus", que significa ajuda ou saúde. Se você buscar no dicionário, vai encontrar também: "Conservar intacto".

Assim como a palavra "salário" que vem do latim "salarium" que significa "do SAL". Tem como origem a utilização do sal, em Roma, para o pagamento de serviços prestados. O sal foi uma moeda/mercadoria de difícil obtenção, principalmente no interior dos continentes. Ele era muito utilizado na conservação de alimentos. E tem gente que tem medo de não ser "salvo" (rs...). Precisamos mesmo é colocar muito SAL em nossa ignorância!!!

O Antigo Testamento é um plágio das histórias da civilização Suméria. Aliás, "Sumerian" (Sun+Aryan) ou Sol Ariano. Enfim, da cultura suméria, nasceram todos os tipos de "mitos" e contos re-editados tal como Acádios, Babilônios e Assirios, sendo posteriormente transferidos para as terras da Palestina, Síria, Líbano, Anatólia e por ai vai.

Agora, já o Novo Testamento, que até o século IV não existia! Como assim? Sim! Isso é fato. Bom, a história conta que foi Flavius ​​Constantine (Custennyn ou Custennin 272-337), que autorizou a re-compilação dos escritos chamando-o "Novo Testamento". Depois da morte de seu pai, em 306, Constantino se converteu em Rei da Bretanha, Gália e Espanha, e logo, depois de una serie de batalhas vitoriosas, converteu-se no Imperador do Império Romano. Na verdade, um dos principais problemas de Constantino foi a indomável desordem entre os presbíteros e suas crenças em numerosos Deuses. Disso os historiadores cristãos não falam, né!?. (Enciclopédia católica, edição Farley, vol. xiv, pp.370-1). Eles estavam "enlouquecidos", disse ele (Vida de Constantino, atribuida a Eusebius Pamphilius de Caesarea, c. 335, vol. III, pág. 171; Os Padres Niceanos e post-niceanos, citados como N&PNF, atribuido a San Ambrosio, Rev. Prof. Roberts, DD, y Diretor James Donaldson, LLD, editores, 1891, IV vol., pág. 467).

O "tipo peculiar de oratoria" exposto por eles era um desafio de uma ordem religiosa estabelecida. (Dicionario de Mitologia Clássica, Religião, Literatura y Arte, Oskar Seyffert, Gramercy, Nova York, 1995, pág.544-5). Os antigos arquivos revelam a verdadeira natureza dos presbíteros, e a baixa estima na qual eram tidos foi sutilmente suprimida pelos historiadores modernos da Igreja.

Estes grupos de Presbíteros estavam em desacordo sobre os atributos de seus vários Deuses e Constantino tinha que elaborar uma solução para resolver essa "bagunça" e unificar todas as religiões (Optatus de Milevis, 1:15, 19, princípios do século IV). Era um período de extrema ignorância, e apenas 1/10 do povo conseguia ler. Muitos historiadores cristãos gostam de interpretar que a partir daí que Constantino "abraçou" o cristianismo (rs...abraça). Mentira! Como poderia se o cristianismo nem havia nascido até então? (Enciclopédia católica, Pecci. ed, vol. iii, pág. 299, passim). A igreja reconhece oficialmente que história da conversão e batismo de Constantino ao cristianismo é papo furado (Enciclopédia católica, ed Farley., vol. xiv pp. 370-1).

Constantino sempre  usava seus conselheiros que lhe advertiam sobre as religiões dos presbíteros serem "sem fundamentos" e necessitavam estabilização oficial (ibid.). Estavam mergulhados profundamente em um confuso sistema de dogmas fragmentados!!! 

Assim Constantino organizou a primeira reunião eclesiástica da história conhecida como Concilio de Niceia. Um evento bizarro de onde nasceu o cristianismo

A mais ou menos 4 anos antes, Constantino havia sido iniciado na ordem religiosa do Sol Invictus (Mitraísmo) (Enciclopédia católica, Nova Edição, vol. i, pág. 792).

A Igreja admite que elementos vitais do Concilio de Niceia estão "estranhamente ausentes dos cânones" (Enciclopédia Católica, Farley ed., Vol. Iii, p. 160).

Enfim, muitas facções religiosas com 318 bispos no total, estavam presentes nesse Concilio de Niceia para poderem "bater o martelo" em um religião e um deus onde todos iriam concordar. 

Eram tais deidades em discussão: Jove, Júpiter, Saleno, Baal, Thor, Gade, Apolo, Juno, Aries, Tauro, Minerva, Rhets, Mithra, Theo, Fragapatti, Atys, Durga, InDr.a, Neptuno, Vulcan, Kriste, Agni, Croesus, Pelides, Huit, Hermes, Thulis, Thammus, Eguptus, Iao, Aph, Saturno, Gitchens, Minos, Maximo, Hecla y Phernes ... etc. (O Livro de Deus de Eskra, anon., ch. xlviii, párrafo 36).

Haja deuses eim ...!!!


Até então, antes do Concilio de Niceia, a aristocracia romana cultuava os deuses gregos Apolo e Zeus. Porém a maioria das pessoas "comuns" idolatravam a Julius Cesar e Mitra. Julius Cesar foi deificado pelo senado romano após sua morte, e assim passaram a venera-lo como "O divino Julio". A palavra "salvador" se fixou ao seu nome e passou a ter um significado literal de "Aquele que semeia a semente". Ou seja, era um deus fálico. Ele foi venerado como "Deus fez o Salvador manifesto e universal da vida humana". E seu sucessor, Augusto foi chamado de "Deus ancestral e Salvador de toda a raça humana". O divino Julio como "salvador romano e pai do império", considerado deus por mais de 300 anos.

A intenção de Constantino era criar um novo "deus" para o império que uniria todas as facções religiosas sob uma só deidade. Houveram muitos debates entre os presbíteros para decidir entre 53 deuses em pauta. Essa discussão levou quase 1 ano e meio para poderem votar e eleger o tal novo deus (O livro de deus de Eskra, tradução do Prof. S. L. MacGuire, Salisbury, 1922, capítulo XLVIII, parágrafos 36, 41).

Logo, após esse período de discussão, Constantino presidiu uma nova reunião onde os presbíteros elegeram 5 finalistas. Eram eles: César, Krishna, Mitra, Horus e Zeus (História Eclesiástica, Eusebius, c. 325).

Foi então que Constantino "bateu o martelo" para escolher a mais nova deidade oficial para todos. Resolveu envolver as facções britânicas usando o deus druida Hesus (Esus) que significava "nem ele, nem ela", era neutro. A união para esse nome teria que contar também uma mescla de características dos 5 deuses finalistas. Enfim, o nome de Hesus somou-se com o deus-salvador do Oriente Krishna, ficando inicialmente como "Hesus Krishna", o novo deus Romano.


O reapresentador druídico do século 18 Iolo Morgannwg identificou Esus com Jesus pela força da semelhança de seus nomes. Também ligou ambos a Hu Gadarn, escrevendo: "Ambos Hu e HUON foram sem dúvida originalmente idênticos a HEUS de Lactantius e a HESUS de Lucano, descritos como deuses dos gauleses. A semelhança do último nome para IESU [galês: Jesus] é óbvia e admirável".

Vale salientar que Horus, no Egito antigo, era chamado de "Iusa/Iao/Iesu/Iusha", o "KRST", que significa "Ungido".

Agora, porque "ungido"??? Bom, o ato de untar é passar óleo em algo. A palavra "messias", em hebreu "Mashiach" originalmente é "Messeh" em egípcio que significa exatamente ungido. Os primeiros Reis, que reinaram na Suméria e Egito antigo e posteriormente Israel, eram "ungidos" em ritual com o Óleo do Messeh ou também como Gordura do Dragão. Conhecido como "o suco do crocodilo/réptil sagrado", chamado Sobek. [Lembra do Ouro dos deuses?]. Certo, então, esse era o elixir de la vida, chi ou Ki/Qui, maná, prana, pedra filosofal, pão branco e ouro do Rei Salomon, soma, fogo doce e também como "Fogo das Estrelas". Um substancia "alquímica" que se apresenta em forma de pó branco ou em forma de ÓLEO ou AZEITE, com extremas capacidades curativas e espirituais. Ou seja, aumenta consideravelmente a capacidade de expansão da consciência, viagem astral etc, etc...

A palavra "Xamã"(andarilho dos céus ou skywalker - olha George Lucas aí..) nasceu na junção entre Shem+maná.  Lembrando que em qualquer lugar, todos sabem que um Xamã é um curandeiro que se comunica com o mundo espiritual e etc. O termo provém da língua tungúsica, como Saman que deriva do verbo "Scha" que significa "saber". Há relatos mais antigos que trazem na escrita canônica Pali como schamana e em sânscrito como "Sraman", e em turco-altaico era "Kam".

Shem oficialmente quer dizer "nome", porém há muita controvérsia sobre esse termo que deriva do Sumério Shumu que denotava o desejo de poder alcançar os deuses. Shem na língua semita significa "foguete ou carruagem dos céus". Shem e o termo Sha-main (céu), provém da raíz Shamah, que significa "aquele que está lá no alto". Portanto, Shem = pedra de fogo, câmara celeste, objeto cônico para obter dele o segredo da Árvore da Vida.

Então, a "Unção sagrada" quer dizer receber o "Fogo de Estrelas (Star fire)", "Ouro dos deuses", para se "tornar como um deles". Qualquer um que consumir essa substância, adquire poderes extra-sensoriais. Porém, através de técnicas de meditação, muita disciplina emocional, auto-conhecimento e serenidade pode-se atingir esse estado alterado de consciência e ativar a Kundalini.  Aliás, a letra "K" possui muitas curiosidades também.

Voltando ao Krst, Krishna, Kristos, uma curiosidade sobre a palavra "Realeza" (kingship) é que ela é praticamente idêntica a palavra "Parentesco" (kinship). Ou seja, se é da realeza, tem que ter um parentesco (família), mantendo assim a mesma linhagem genética. Na forma original da palavra "Kingship/Kinship" era "Kainship" (Kain-ship), e o primeiro rei da sucessão messiânica era simplesmente o "Cain/Kain" bíblico (a cabeça da casa suméria de Kish). [Rei-King=ligação sanguínea].

A letra "K" é décima primeira letra de vários alfabetos importantes (11=ku-klux-klan ou KKK=33). Considerada a última letra da magia (Thelema), representa o deus Júpiter, representando o aspecto feminino e o símbolo desse poder é a cor "Escarlate" (sangue menstrual), tendo afinidade com o capricórnio ou Babalon. O "K" é também KHN, Khou ou Queue simbolizada pela cauda (rabo) ou vagina, adorado no antigo Egito como uma fonte de grande poder mágico. Magiko escrito com "k" indica a natureza exata da corrente que Therion (Aleister Crowley) encorporava e transmitia. O som de "K" em muitos nomes de deuses por ai, denota uma grande sabedoria [knowledge] (da serpente ou Grande Fraternidade Branca). Logo o "K" depois de latinizado, passou a ser usada como a letra "C".


Bom, voltando ao Hesus Krishna, houve uma votação na qual foram "161 votos a 157" para elege-lo. Constantino proclamou nessa reunião oficial que por decreto de apoteose romano, seria deificado legalmente duas deidades em uma só. Tudo isso feito pelo consentimento "DEMOcrático" (Ata Concilii Nicaeni, 1618). Pronto! Tava tudo dentro da lei, uma nova deidade para a Era de peixes edificada politicamente. Constantino, logo fez uma pequena alteração, pois já que não havia nenhuma letra "J" nos alfabetos até cerca do século IX. Hesus evoluiu então para Jesus. Já Krishna atualizou no grego Christos (latin Christi) e é o que é até hoje.

Sobre "Os evangelhos", Constantino incumbiu a Eusébio a organizar a recompilação de uma coleção uniforme de novas escrituras, desenvolvidas dos principais aspectos dos textos religiosos apresentados no Concilio. Suas instruções a Eusébio foram: "Investigue esses livros, qualquer coisa boa neles, use, mas o que for ruim, descarte. O que for bom de um livro, misture com o que for bom de outro livro. E o tudo que for reunido então, será chamado de "o livro dos livros". E será a doutrina de meu povo. Recomendarei a todas as nações, e não haverá mais nenhuma guerra por causa das religiões". (O Livro de Deus de Eskra, op. cit. Capítulo XLVIII, parágrafo 31). E disse Constantino a Eusébio: "Faça com que se assombrem". E os livros assim foram escritos (A vida de Constantino, IV vol., o pp. 36-39). Assim nasceu o Novo Testamento.

Bom, adiante na história, já conhecemos muita coisa dessa fábula toda. Veja que EXISTE DOCUMENTAÇÃO que evidencia e expõe tudo isso e muito mais. Criaram um avatar "salvador" super herói como ídolo, para ser idolatrado e venerado através de uma poderosa estratégia de construção mental baseada em "culpa" pelo "erro do pecado" e o medo para não transgredir leis "de  deus", criadas politicamente para manter as massas sob um cabresto. Essa pratica destrói a autonomia do ser humano, impedindo-o de evoluir sua consciência livremente e poder exercer a única lei universal que existe: "O Livre Arbítrio".

O cristianismo então é uma adaptação de:

Frédéric Farrar (1831-1903) do colégio Trinity, da Universidade de Cambridge disse: "É incrível que a história nem sequer tenha embalsamado para nós um dito certo ou definido, ou alguma circunstancia na vida do "salvador da humanidade"... não há nenhuma declaração em toda a história que diga que alguém viu Jesus ou falou com ele. Nada na história é mais assustador que o silêncio dos escritores contemporâneos acerca dos eventos relatados nos 4 evangelhos". (A Vida de Cristo, Frédéric W. Farrar, Cassell, Londres, 1874).

O Dr. Tischendorf fez o seguinte comentário: "Devemos admitir francamente que não temos nenhuma informação a respeito da vida de Jesus Cristo além das escrituras eclesiásticas montadas durante o século IV". (Codex Sinaiticus, Dr. Constantin von Tischendorf, Biblioteca britânica, Londres). Não é atoa que o próprio Papa Leão X, afirmou que a história de Cristo além de ser uma superstição, é uma Fábula.

Agora veja o vídeo abaixo de um trecho do filme "Homens de Preto 2", onde o "Agente K" abre uma porta de armário (Portal), e os "seresinhos", ao verem ele, o saúdam "Salve Agente K", o agente da LUZ voltou. Venerado como um "deus". Clamado como o misericordioso "guardião do tempo". Quando o "Agente K" retira o relógio que estava ali para iluminar os corações dos seresinhos, os mesmos clamaram que há tempos esperavam por esse grande momento (como uma profecia). Logo, o "Agente J", coloca o seu próprio relógio na torre, substituindo o anterior para continuar marcando o tempo (Prisão no tempo - Ouroboros) para os pobres "seresinhos do armário C-18" (Terra 3D). Os mesmos perguntam: "quem é você estranho"? E eis que ele responde: "J" (Jesus). E os seresinhos logo clamaram: "Slave J", "Salve J"... Preciso dizer mais alguma coisa?


Salve K e salve J

Hollywood é uma forma de expor fatos em fragmentos e peças soltas misturando com muito besteirol, justamente para criar um efeito infame aos que não conseguem "ver" as mensagens. Entretanto, o subconsciente registra TUDO!

Vejam dublado nesse link do faceboock que a Laura Botelho postou:
https://www.facebook.com/video.php?v=594428220577372&set=vb.100000305980642&type=3&theater



"Salve J" ... E "J" diz ao "K" que os "seresinhos" precisam sair dali, pois precisam saber que o "mundo" é muito maior que aquilo ... Caiu a ficha agora?



segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Mais David Icke pros cristãos de plantão ...


Bom, tem uns fulanos por aqui, que estão com bastante tempo para analisar os vídeos do David Icke e fazendo suas "dissertações" fundadas em seus "profundos" conhecimentos cristãos e sobre seu "deus" que os controla e que os faz pagar os seus dízimos pra poderem ter seu lugarzinho lá no "paraíso" garantido. Já que estão com esse tempo todo pra gastar aqui, por favor, o que não falta são vídeos e mais vídeos do nosso amigo David Icke que são bem recheados... Gostaria de ver suas dissertações para refutar todos os argumentos desse senhor dos vídeos. Sou todo ouvidos...




Legenda tem que ser ativada.


Legenda tem que ser ativada.

















Acho que tá bom...

OBS: Bom, resolvi não publicar o comentário do "cristão" que está perdendo seu tempo vindo aqui porque ele escreve tanta besteira que não vale a pena. Acho que ele está tentando chamar a atenção. Na verdade tenho pena de pessoas assim, pois são vitimas não só dos dógmas religiosos, mas de si mesmos. Enfim, mesmo assim, só irei publicar comentários (de quem for) se houver CONTEÚDO, TEOR e que seja argumentativo. Os desaforos, sinto muito, não terão seu espaço divulgado nesse blog simples. Boa sorte!


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